Ligo o telemóvel ao amplificador com um cabo de áudio de 3,5 mm: o que faço quando fica sem bateria e tenho de o tirar?
O cabo AUX é mais firme do que o Bluetooth, mas prende o telemóvel ao pé do amplificador e manda os apitos das mensagens para as colunas. Usar a porta USB liberta o telemóvel por completo.
Muita gente, farta de ver o Bluetooth desligar-se a toda a hora, arranja um cabo de áudio de 3,5 milímetros para RCA (o habitual cabo AUX), liga uma ponta atrás do amplificador antigo e a outra no telemóvel ou num tablet. É verdade que o cabo não falha enquanto não se partir, mas no uso diário depressa aparece outra dor de cabeça: aquele telemóvel fica amarrado ao pé do amplificador e não pode sair dali. Sempre que cai uma mensagem no WhatsApp, o som do aviso rebenta nas colunas em alto e bom som e abafa a música; e quando a meio da tarde a bateria do telemóvel está nas últimas e alguém puxa da ficha para o levar a carregar, a loja ou a sala ficam logo em silêncio absoluto.
Se quer um som que não falhe mas sem deixar o telemóvel preso por um fio ao amplificador, espreite o painel frontal do aparelho para ver se tem uma porta USB para ligar pens. Experimente primeiro ligar lá uma pen comum com algumas músicas em MP3: desde que cante, isso mostra que o amplificador sabe tocar música sozinho.
Ligue o Raywav Stick nessa tomada USB e ligue-o ao Wi-Fi lá de casa: a partir daí, a sua assinatura de música, as rádios na internet, os podcasts ou as músicas guardadas no disco rígido da casa ficam todos por conta desse pequeno stick ligado diretamente à rede. O telemóvel só entra em cena durante os poucos segundos em que abre a página web para escolher o que quer ouvir; depois de carregar no play, pode desligar o telemóvel para o pôr a carregar ou metê-lo no bolso e sair à rua, que o amplificador continua a tocar sozinho. E não precisa de deitar fora o cabo de áudio: deixe-o ali guardado para o caso de um amigo ir lá a casa e querer pôr uma gravação rápida a partir do telemóvel dele.
